dez 14

A Feipol/Se e Sinpol Campinas representados pelo seu Presidente Aparecido Lima de Carvalho (Kiko), participou da reunião com o novo Delegado Geral Dr. Luiz Maurício Blazeck, onde criticou fortemente a atuação do Governo do Estado de São Paulo na área de segurança pública denunciando claramente o desmantelamento da instituição na última década.
Pontuou de forma clara ao novo Delegado Geral o crescente déficit de policiais civis em nossa região e em todo Estado de São Paulo, a excessiva carga de trabalho imposta aos policiais civis, as consequências que está sobrecarga vem trazendo a saúde do policial, as penalizações injustas aplicadas ao policial civil quando não consegue suportar a sobrecarga de trabalho, os baixos salários dos policiais civis e o nivelamento por baixo da carreira de Agente Policial enquadrada no nível de ensino fundamental como requisito para prestar o concurso.
Cabe ressaltar que todas entidades de classe ali representadas deixaram muito claro que os policiais civis estão sendo humilhados e massacrados sistematicamente por este governo e que estamos diante de situação caótica jamais vista em toda existência da instituição policia civil e que precisamos ter o devido reconhecimento que merecemos como instituição e pela função constitucional que exercemos.
Citou-se claramente a arbitrariedade da portaria DGP 30 que vem sendo usada para obrigar todos policiais civis a realizarem qualquer tipo de atribuição a ele determinado, como se todas as carreiras tivessem as mesmas atribuições. Por outro lado o novo Delegado Geral Dr. Luiz Maurício Blazeck prometeu as entidades de classe que ira rever ainda está semana a portaria DGP 30 e também anunciou a criação de seis mil novos cargos para policia civil, para fazer frente o déficit de policiais em todo Estado, também prometeu uma corregedoria forte porém justa e legalista e finalizou que ira retomar a reestruturação das carreiras que foi arquivada em gestões anteriores. Enfim deixou em alento de melhora na instituição de modo geral em varias frentes e acenou que teremos uma boa surpresa antes do natal.
Ao novo Delegado Geral desejamos boa sorte e que faça uma gestão simples, porém eficiente, mas que possa trazer novamente a instituição e aos policiais civis a devida importância que merecem, pois só assim retomaremos com eficácia a luta contra o crime que afronta nossa sociedade e as instituições policiais, principalmente no combate ao crime organizado que vem caminhando a passos largos em nosso Estado.

dez 07

Diário de São Paulo 01-12-2012

Sindicato da categoria aponta carga excessiva de trabalho, falta de condições materiais e de salários

 Excesso de trabalho, estresse, falta de condições de armazenamento de material. Os problemas são praticamente reincidentes em todas as delegacias da capital visitadas pelo Sindicato dos Escrivães de Polícia do Estado de São Paulo e fazem parte de um relatório feito pela entidade enviado à Assembleia Legislativa de São Paulo quase como uma “súplica” por melhores condições de trabalho. “É a verdadeira escravidão do escrivão”, argumenta o presidente do sindicato, João Xavier Fernandes.

Os representantes do sindicato visitaram aproximadamente 40 delegacias. “Vimos homens chorando como crianças. No limite do estresse. Há delegacias na capital em que um escrivão tem 420 e até 780 inquéritos para finalizar. Isso é um desafio à capacidade humana. Quase uma afronta”, disse, indignado, Xavier.

Segundo o presidente do sindicato, o ideal para que um escrivão correspondesse com a qualidade necessária na conclusão do trabalho seria trabalhar com 70 inquéritos, no máximo cem. “A pressão exercida pelo antigo secretário (Antônio Ferreira Pinto) era grande. Com medo de ser repreendido na corregedoria, os escrivães estavam relatando inquéritos incompletos, ensejando do promotor a devolução do trabalho para mais diligências e colaborando com a impunidade, pois quem se beneficia disso é o criminoso”, ressalta. Segundo Xavier, a situação é frustrante.

Secretaria da Segurança diz que estuda aumento salarial
O presidente do Sindicato dos Escrivães, João Xavier, ressaltou que há necessidade de dobrar a quantidade de profissionais no estado para atender à demanda. “Somos nove mil na ativa. É insano dar conta de tudo”, ressaltou. Segundo ele, outra reivindicação do sindicato é receber aumento no salário por exercer função que se exige nível superior desde 2008. “Pedimos uma posição do governo até o dia 27 e não houve resposta. No próximo dia 4, nossa categoria e a dos investigadores estarão reunidas para definir uma assembleia. O descontentamento me leva a crer que haverá greve.”

A Secretaria da Segurança Pública disse, em nota, que em janeiro 357 escrivães foram integrados ao quadro. Em maio foram formados 245 e em 9 de novembro foi publicado no “Diário Oficial” edital de concurso público que deve preencher mais 244 vagas. O aumento de salário está em estudo, segundo a pasta.

 

Att,
Aparecido Lima de Carvalho (Kiko)

Sinpol – Sindicato dos Policiais Civis da Região de Campinas
Fone: (19) 32370621
Rua: Marechal Deodoro,81 – Botafogo
Campinas/SP

dez 06

Matéria do Jornal The New York Times

COLABORAÇÃO PARA A FOLHA

O jornal americano “The New York Times” voltou a retratar a violência em São Paulo em artigo de opinião publicado ontem. De acordo com o jornal, o alto número de policiais militares assassinados está relacionado aos salários baixos e a falta de apoio oferecida pelo Estado aos PMs.

O texto foi assinado por Graham Denyer Willis –candidato a pós-doutorado em estudos e planejamento urbano no MIT (Instituto de Tecnologia de Massachusetts) e que realiza pesquisa focada na cidade de São Paulo.

Segundo a publicação, a polícia de São Paulo vive uma guerra contra o PCC. “Até agora, 94 policiais foram mortos em São Paulo em 2012 –número duas vezes maior do que no ano passado. Entre julho e setembro, policiais militares em serviço mataram 119 pessoas na região metropolitana e, apenas nos três primeiros dias do mês de novembro, 31 pessoas foram assassinadas na cidade”.

Para o pesquisador, o alto número de PMs assassinados é reflexo da falta de apoio que recebem do governo, já que com salários baixos, os soldados são forçados a viverem em comunidades pobres, próximo a membros de facções criminosas.

“Em cidades em expansão como São Paulo, os policiais mal remunerados com frequência vivem lado a lado com membros do crime organizado em periferias urbanas espalhadas pela cidade e negligenciadas pelo governo. Frequentemente designados para trabalhar em áreas distantes de suas casas, eles estão protegidos em serviço, mas, fora do horário de trabalho, não dispõem de praticamente nenhuma segurança”, diz o artigo.

O caso de Marta Umbelina da Silva de Moraes, 44, primeira mulher a morrer nos assassinatos em série de PMs na Grande São Paulo, é citado no artigo. No dia 3 de novembro, a soldado –que realizava trabalhos administrativos e nunca prendeu ninguém– levou ao menos dez tiros ao chegar em casa, na Vila Brasilândia, também zona norte, depois de ter ido buscar a filha caçula, de 11 anos.

De acordo com o “NYT”, “o único erro de Marta foi viver em uma comunidade desfavorecida, e, como policial, ela não estava sozinha. Quase todas as mortes de policiais de São Paulo em 2012 aconteceram quando eles estavam fora de serviço.”

Segundo o texto, é quase impossível “subir os degraus corporativos da força policial”. “Os concursos públicos da polícia brasileira selecionam seus candidatos por nível educacional e criam empecilhos para o crescimento profissional e a mobilidade econômica”. Sem conseguir deixar as comunidades pobres, os policiais são forçados a esconder a profissão, evitar qualquer tipo de contato social, tornar-se corrupto ou até mesmo participar de grupos de milícia, diz o artigo.

O pesquisador afirma que os líderes políticos não podem fugir da responsabilidade. “Apesar de ter aumentado modestamente o salário dos policiais nos últimos anos, [o governador Geraldo Alckmin (PSDB)] fez pouco para amenizar a exposição dos oficiais de baixo escalão”.

Para Willis, a troca da cúpula de Segurança Pública do Estado é um avanço, mas a nova liderança deve estar aberta “a novas ideias e que coloque em prática uma visão que ataque diretamente as falhas do sistema”.

“O aumento de salários e a eliminação de dificuldades de desenvolvimento de carreira ajudam; no entanto, o Brasil e outros governos latino-americanos precisam encontrar maneiras de transformar os policiais em recursos valiosos e respeitados em suas próprias comunidades, através da projeção de uma imagem mais humana da força policial ou de seu uso em outros serviços públicos locais”, conclui o artigo.

Att,

Aparecido Lima de Carvalho (Kiko)

Sinpol – Sindicato dos Policiais Civis da Região de Campinas
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VISITE NOSSO SITE: www.sinpolcampinas.com.br

nov 09

Noticias em Geral : Saiu edital para 433 vagas de Investigador de Polícia

A Academia de Polícia “DR. CORIOLANO NOGUEIRA COBRA” torna público a abertura de 433 vagas para o provimento de cargos iniciais vagos na Carreira de Investigador de Polícia. Os interessados devem ler atentamente o edital antes de efetuar a inscrição.

Vagas:

433 vagas de Investigador de Polícia, para o Estado de São Paulo.

Remuneração

R$ 2.758,34 (dois mil, setecentos e cinquenta e oito reais e trinta e quatro centavos), correspondentes à soma dos valores do salário-base, da Gratificação pelo Regime Especial de Trabalho Policial e do Adicional de Local de Exercício de Nível I.

Inscrições:

A inscrição deverá ser efetuada das 10 horas de 7 de novembro de 2012 às 16 horas de 10 de dezembro de 2012(horário de Brasília), exclusivamente pela internet, no site www.vunesp.com.br.

Para inscrever-se o candidato deverá:
a) acessar o site www.vunesp.com.br no período estabelecido;
b) localizar o “link” correlato ao Concurso;
c) ler total e atentamente o respectivo Edital;
d) preencher a ficha de inscrição, optando por realizar a Prova Preambular em um dos Municípios adiante elencados, devendo estar o candidato ciente que o local escolhido para a realização da prova não está vinculado à designação do local de exercício, haja vista este Concurso não ser regionalizado: Bauru; Campinas; Piracicaba; Presidente Prudente; Ribeirão Preto; Santos; São José do Rio Preto; São José dos Campos; São Paulo e Sorocaba.

Prova Preambular

A Prova Preambular visa avaliar o conhecimento do candidato e será constituída de 80 (oitenta) questões, com 5 (cinco) alternativas com duração de 4 (quatro) horas. A aplicação das prova está prevista para o dia 3 de fevereiro de 2013, com local e horário a serem divulgados oportunamente, nas cidades de São Paulo, Bauru, Campinas, Piracicaba, Presidente Prudente, Ribeirão Preto, Santos, São José do Rio Preto, São José dos Campos e Sorocaba, conforme opção formulada pelo candidato no ato da inscrição.

Att,
Aparecido Lima de Carvalho (Kiko)

Sinpol – Sindicato dos Policiais Civis da Região de Campinas
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nov 07

No 6º Encontro Nacional de Entidades Sindicais da Polícia Civil, realizado em Palmas/TO, nos dias 24, 25 e 26.10.2012, foi discutida a proposta de alteração e inclusão de texto, no substitutivo do PL 1.949 de 2007, apresentado em reunião no dia 20.06.2012 em Brasília. As intervenções posteriores feitas pelo SINPOL-RS/UGEIRM-SINDICATO, com o apoio da FEIPOL-SUL, SINTRASP-SC, SINCLAPOL-PR e SINDIPOL-LONDRINA, foram discutidas com a participação dos presidentes das Federações CENTRO OESTE E NORTE, SUDESTE e SUL, as duas últimas em fase de registro junto ao MTE, o presidente da Comissão Pró Fundação da Federação Nordeste, Bernardino Gayoso, também os presidentes/representantes dos sindicatos: SINPOL-TO, SINPOL-RS; UGEIRM-SINDICATO-RS; SINTRASP-SC; SINDETIPOL/MG; SINPOLSAN-SP; SINPOL-RN, SINPOL-MS; SIAGESPOC-MT, SINPOL-DF, SINDEPOJUC-MT, SINCLAPOL-PR, SINDPOL-BA, SINPOL-RJ, SINPOL-SE, SINPOL CAMPINAS-SP, chegou-se ao texto final, com o compromisso dos presentes, de defender no Congresso Nacional, buscando a inclusão e aprovação das alterações apresentadas.

Att,

Aparecido Lima de Carvalho (Kiko)

Presidente Feipol/ Se

nov 01

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nov 01

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Sinpolt

out 17

Foi realizado na data de ontem na Praça da Sé em São Paulo um Ato Público e Ecumênico onde no Ato Ecumênico o Padre da paróquia local fez uma oração pela paz bem como a Pastora evangélica se manifestou também através de orações pela paz da segurança pública de São Paulo.

No Ato Público fizeram uso da palavra o Deputado Estadual Major Olimpio, o Deputado Federal Protogenes e o Deputado Estadual Giannazi.

Em todos os pronunciamentos foram feitos fortes apelos para que o governo do Estado de São Paulo adote uma política de estado para que se fortaleçam as instituições da Polícia Civil e Militar dando meios para combater as organizações criminosas que vem matando Policiais sistematicamente e também que se reestruture todo o aparato da instituição da Polícia Civil principalmente no que se refere ao déficit de policiais em todo Estado de São Paulo.

Na Assembleia Geral Extraordinária foi lido o edital publicado no Diário Oficial da União e no Jornal Diário de São Paulo passando em seguida a discutir a pauta com a categoria que em votação decidiu;

1. Foi aprovado pela AGE uma formação de Comissão de Negociação da Feipol/Se que será composta por um Presidente, um relator e um revisor, sendo aprovado os seguintes membros;

a) Presidente da Comissão – Aparecido Lima de Carvalho (Kiko)

b) Relator – Jarim Lopes Roseira

c) Revisor – Ronald Puga Filho

2. Também foi votado e aprovado pela maioria que poderá compor a comissão de negociação um membro de cada entidade representativa

Participaram do Ato Público as seguintes entidades de classe:

1. NCST – Nova Central Sindical dos Trabalhadores – Luis Gonçalves
2. Sinpol Campinas – Aparecido Lima de Carvalho (Kiko)
3. Sinpol Sorocaba – Cidinha
4. Sinpol Mogi das Cruzes – Carlinhos e Valdir
5. Sinpoeste Paulista (Marília) – Celso, Marcelo, Ceron e Casemiro
6. Sipol Presidente Prudente – Lúcio Flavio Moreno
7. SinpolSan – Valter, Márcio e Maike
8. Sindpol MG – Valente e Cleverson
9. Sindicato dos Policiais Civis do Estado da Bahia – Bernardinho Gayoso
10. Sinpol Rio de Janeiro – Franklin e Gemerson
11. Feipol Centro-Oeste e Norte – Ernani
12. IPA São Paulo – Jarim
13. Afapesp e Comissão de Direitos Humanos dos Policiais de São Paulo – Adriana Borgo
14. Associação dos Praças de São Paulo – Sargento Neto
15. Associação dos Policiais Militares – Sub Tenente Clovis de Oliveira

Att,

Aparecido Lima de Carvalho (Kiko)

out 17

out 02

Ato Público e Ecumênico dos Policiais Civis de São Paulo dia 16 de Outubro de 2012 às 14 horas na Praça da Sé em São Paulo.

(4º Aniversário do confronto no Palácio dos Bandeirantes)

A Feipol/Se com apoio da Nova Central dos Trabalhadores estará promovendo Ato Público e Ecumênico no dia 16/10/12 na Praça da Sé em São Paulo, onde será discutido a pauta de reivindicação da categoria, discussão e composição dos membros da comissão de negociação junto ao Governo Estadual. Convidamos todos Policiais Civis do Estado de São Paulo para participarem do Ato Público e Ecumênico e da formação da pauta de reivindicações.

Todas as entidades de classe estão convidadas para participarem do evento e formação da pauta.

Att,

Aparecido Lima de Carvalho (Kiko)

Presidente Feipol/Se